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Exame histopatológico: O que é e como funciona?

Histologia se trata de uma disciplina que envolve o estudo dos tecidos dos seres vivos, assim como de suas organizações microscópicas. Assim, o exame histopatológico envolve o entendimento da melhor forma de relação entre os componentes individuais.

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Afinal, células são consideradas organismos individualizados que atuam em diversas partes do corpo, inclusive a parte bucal. O exame histopatológico busca entender o relacionamento e interação entre uma doença e um grupo de células.

E é de forma a entender que tipo de doença pode afetar a região de sua boca que se justifica a necessidade desse exame. Prossiga com a leitura do artigo para entender mais do assunto!

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O que é o exame histopatológico?

exame histopatológico

Como definido, o exame histopatológico se trata de uma análise microscópica do tecido, de forma a detectar possíveis alterações ou lesões na região bucal. Assim, o médico especialista pode entender a natureza, gravidade e extensão de uma possível doença.

Dessa forma, sua principal função é ser um auxiliar ao diagnóstico ou ao estabelecimento de um prognóstico. Visto dessa maneira, é bastante utilizado para se entender qual a terapia bucal mais apropriada ao paciente.

Por isso, o exame histopatológico é feito por médicos especialistas, os patologistas, capazes de analisar fragmentos pequenos de tecido bucal. A importância desse exame é identificada, por exemplo, no reconhecimento de uma doença maligna ou benigna.

Em quais casos é indicado o exame histopatológico?

Sendo um exame necessário para confirmação ou afastamento de hipótese de doença, é comum que seja solicitado em um tipo de avaliação. O dentista que o solicita deseja deixar clara a presença ou ausência de um caso, buscando confirmar ou negar suspeita.

No entanto, também pode ser utilizado em auxílio a um procedimento cirúrgico para retirada de lesão. Aqui, o exame assume o papel de controle da conduta médica e também funciona de forma a identificar possível malignidade da doença.

De qualquer forma, é um exame bastante técnico e, consequentemente, demorado. Sendo um tipo de análise que requere técnicas de complementação ou maiores esclarecimentos, toma um longo tempo para produzir uma resposta.

Dessa forma, o exame histopatológico toma duas etapas: o pedido e o exame propriamente dito.

Como funciona o exame: o pedido

Informações clínicas são fundamentais e indispensáveis para que ocorra um diagnóstico preciso, mas informações de dados demográficos são tão necessários quanto. Certas doenças são demonstradas por idade, sexo, etnia ou ambiente ocupacional.

Esses detalhes são essenciais para também correlacionar informações microscópicas com alguma doença. De certa forma, estilo de vida pode acarretar em lesões orais, então a história médica e social do paciente devem ser requeridas.

Além disso, é importante uma descrição completa na biópsia da lesão, como sua cor, tamanho, textura, além de traços de sua evolução. No pedido, devem ser incluídas as hipóteses diagnósticas ou o diagnóstico clínico.

Essa ação acaba por servir de triagem para escolha de possíveis diagnósticos histopatológicos, dando maior consistência às possíveis hipóteses.

Como funciona o exame: as amostras

Através de equipamentos modernos, a retirada de um fragmento é feita de maneira bastante precisa. Através de lâminas bem afiadas, com corte rápido e cuidadoso, é retirado o fragmento sem que ocorra esmagamento ou comprometimento da peça.

Ao ser retirado, uma parte do tecido normal adjacente pode vir junto do fragmento, de forma a servir como comparação. Além disso, é necessário o uso de substâncias químicas fixadoras para evitar deterioração do fragmento.

Afinal, após colhimento da amostra de tecido bucal, ocorrerá rompimento das membranas pela falta de vascularização e oxigenação das células. Ao acontecer isso, são liberadas enzimas que destroem o tecido da amostragem (esse processo é a autólise).

Após retirada e identificação da amostragem, ocorre então a análise microscópica do tecido. Através dos equipamentos modernos, o patologista pode identificar a gravidade e extensão da possível doença no tecido.

É necessário um plano odontológico para esse exame?

Por ser um processo demorado e, principalmente, custoso, muitos acabam necessitando contar com um plano odontológico. Por ser um procedimento geralmente aliado com um processo cirúrgico, é necessário também encaminhamento do paciente para uma cirurgia.

Dessa forma, acaba sendo necessário outro custo para que o paciente se veja livre de seu possível problema odontológico. Assim, o plano é útil não só para o exame histopatológico, como também para o possível tratamento a seguir.

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Alexandre Putrick

Alexandre Putrick é especialista em produção de conteúdos focados na área de saúde bucal e é autor no Blog Minha Saúde Bucal. Possui centenas de conteúdos publicados em diversos portais, atuando hoje com foco no Blog Minha Saúde Bucal. Atualmente, produz conteúdos focados em auxiliar os leitores em cima de problemas odontológicos, mau hálito, dor de dente, tratamento de canal, gengiva, implantes, próteses, tratamento de canal e outros. Também é autor do BlogSaude.net.

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